Automotivo
Uma operação de vendas que não conseguia prever o próprio mês
Fornecedor de autopeças, venda técnica e ciclo longo
01A situação
A empresa vendia, mas não sabia dizer de onde viria a receita do trimestre. O resultado se concentrava em poucos vendedores, e o que funcionava estava na cabeça deles — não em processo.
Cada oportunidade era conduzida de um jeito. Sem etapas definidas, não havia como identificar em qual momento os negócios estavam se perdendo, e a discussão sobre desempenho girava em impressão.
02O que o trabalho envolveu
- Diagnóstico da operação comercial
- Análise da estrutura atual de vendas, processos, equipe, canais, indicadores, carteira e oportunidades, para localizar o que limitava o crescimento.
- Estruturação do processo de vendas
- Desenho das etapas comerciais, da entrada do lead ao pós-venda, com critério objetivo de passagem, responsável e prazo em cada uma.
- CRM e gestão de leads
- Pipeline configurado para espelhar o processo real, com motivos de perda padronizados e rotina semanal de revisão das oportunidades paradas.
- Indicadores comerciais
- Definição dos KPIs que passaram a sustentar a decisão: volume por origem, taxa de passagem entre etapas e tempo médio em cada uma.
03O que mudou
- O funil deixou de ser uma lista de contatos e passou a mostrar em que etapa a oportunidade trava.
- A previsão de receita passou a existir, apoiada no pipeline ponderado em vez do palpite da equipe.
- O que dependia de uma pessoa virou processo escrito, que uma contratação nova consegue seguir.